Quando o orçamento aperta, cortar o marketing parece lógico, certo? Só que o efeito real vem depois: CAC mais alto, menos leads qualificados, queda de conversão e perda de espaço para concorrentes.
O que de primeira soa como economia vira receita perdida nos próximos meses. Se somar a curva de queda e o custo para reconstruir sua presença, a fatura anual facilmente chega a centenas de milhares, às vezes milhões.
O ponto central não é “gastar mais”, é alocar melhor. Marketing como despesa vira linha para reduzir; marketing como investimento pode virar carteira de ativos com meta de retorno, hipóteses e ritos de otimização.
É assim que trabalhamos aqui na Master12, e hoje, vamos mostrar porque tratar marketing apenas como despesa pode gerar um grande prejuízo para o seu negócio.
Despesa x Investimento: A virada de mentalidade
Muitas pessoas confundem investimento com despesa, quando você investe em marketing o resultado é claro, facilitado e otimizado.
Despesa: decisões por opinião, campanhas ligadas e desligadas, pouca tolerância a teste, cortes lineares.
Investimento: metas de ROMI, LTV/CAC e payback, orçamento por hipótese, continuidade para preservar memória de mídia, decisões estratégicas.
Aqui na Master organizamos todo o ciclo: análise → planejamento → execução → relatório → otimização. Trabalhamos com menos achismo e mais gestão.
Erros comuns de quem enxerga o marketing como despesa
- Memória de mídia zerada
Pausar campanhas quebra o aprendizado das plataformas. Na volta, CPC/CPM sobem e a conversão cai até estabilizar. - Menos share of voice, menos market share
Sumir de busca, social e vídeo abre espaço direto para o concorrente. Reconquistar atenção custa sempre mais caro. - Funil furado
Sem SEO, conteúdo e CRO, você compra clique que não vira venda. O dinheiro entra por um lado e sai pelo outro. - Comercial desalinhado
Lead frio alonga ciclo, derruba taxa de fechamento e sobrecarrega o time com oportunidades que não evoluem. - Marca fora de consideração
Se sua marca não aparece na comparação, tudo vira preço. Margem desaba. - Custo de oportunidade
Adiar testes (canais, ofertas, públicos) faz você chegar tarde onde os CPAs ainda são bons. Quem aprende primeiro, captura primeiro.
As métricas que devem ser usadas
- CAC: custo para adquirir um cliente.
- LTV: valor ao longo do tempo.
- LTV/CAC: saúde do motor de crescimento (≥3 costuma ser saudável).
- Payback: em quantos meses o cliente “se paga”.
- ROMI: margem atribuída ÷ investimento em marketing.
- Taxas de conversão por etapa (mídia → clique → lead → oportunidade → venda).
- Brand search e SOV/ESOV: calor de marca que reduz CAC no tempo.
- Marginal ROAS: onde o próximo real rende mais.
Sem esses números, marketing vira opinião. Com eles, vira alocação de capital.
Prejuízo na prática
Imagine que a sua empresa fecha 600 vendas/mês com ticket de R$ 700, com uma margem de 30% e CAC de R$ 240. Para “economizar”, o marketing é reduzido por três meses.
- Vendas caem para 490/mês
- CAC sobe para R$ 300
Receita bruta perdida: 110 × R$ 700 = R$ 77.000/mês
Margem perdida: R$ 77.000 × 30% = R$ 23.100/mês
Custo extra de aquisição: 490 × R$ 60 = R$ 29.400/mês
Impacto mensal estimado: R$ 52.500
Em 12 meses, ultrapassa R$ 600 mil, isso sem contar recomposição de marca e share.
Veja também: Como divulgar a sua empresa?
Cinco mudanças para começar a tratar o marketing como investimento
1) Entenda quem compra e quando compra
Persona é dor, contexto e momento de decisão. Mapeie ICP, objeções e gatilhos.
Para negócios locais, reforça proximidade,a confiança aumenta quando a marca está “perto”.
Como fazemos: imersão no negócio, entrevistas, leitura de dados, análise de concorrência e cultura da empresa antes de propor mídia.
2) Construa seu ativo de primeira parte
Sem base própria, LTV não cresce. Capte leads e clientes com consentimento (LGPD), segmente por interesse e etapa, nutra com valor real via RD Station, e-mail e WhatsApp. Retenção e reativação sustentam margem.
Como fazemos: trilhas por dor e momento, CRM conectado e métricas de impacto do relacionamento em receita.
3) Escolha canais pelo papel no funil
Não existe “o melhor canal”. Existe canal certo para a hipótese certa. Google captura intenção; Meta/TikTok escalam alcance; YouTube e vídeo constroem consideração; SEO acumula tráfego composto que reduz CAC; Waze/Pinterest têm usos específicos.
4) Páginas que convertem
Se a landing não ajuda, a mídia não paga. CRO é copy clara, carregamento rápido, prova social, hierarquia visual e CTA objetivo — sem fricção.
Como fazemos: WordPress com testes A/B, mapa de calor, gravações de sessão e ritos de melhoria contínua.
5) Cadência de teste e aprendizado
Semanal: hipóteses, A/B de criativos, públicos e ofertas.
Mensal: coortes, conteúdo composto de SEO.
Trimestral: revisão estratégica e realocação de budget.
Como fazemos: preservamos campanhas de base para manter memória de mídia e realocamos verba com critério.
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